A ciência e a medicina por décadas usaram o corpo masculino como “padrão”, gerando lacunas no diagnóstico, no tratamento e no desenho de soluções para mulheres. O painel discute como corrigir esses vieses, ampliar quem pesquisa e decide, e fortalecer inovações em saúde feminina — como femtechs e modelos de cuidado mais integrados, acessíveis e humanizados — para tornar a saúde mais justa e efetiva.