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Museu Afro Brasil Emanoel Araujo

Núcleo de Educação do Museu Afro Brasil Emanoel Araujo
Associação Museu Afro Brasil

Nucleo de praticas e pesquisa em educação, mediação artística e pedagogias antirracistas.

Uma Hora no Museu: Tecnologia Ancestral, Criatividade e Comunicação

12/08 · 11:30 - 13:00
Beginning

Inovação não começa no Vale do Silício. As técnicas de fundição, a produção de farinha e de cachaça, o trabalho de ferreiros, sapateiros e construtores — muito do que ergueu o Brasil foi concebido, adaptado e executado por africanos e afrodescendentes que transformaram saberes ancestrais em soluções concretas para novos territórios. O Museu Afro Brasil Emanoel Araújo guarda evidências materiais dessas tecnologias: objetos, instrumentos e obras que revelam não apenas o que foi feito, mas como foi pensado e comunicado de geração em geração. Nesta sessão, os participantes ouvirão a reflexão do educador do MAB diretamente em meio a esses itens, numa experiência imersiva e curada especialmente para o SP2B, que convida a reconhecer na ancestralidade uma fonte legítima de inovação, criatividade e empreendedorismo.

Uma Hora no Museu: Tecnologia Ancestral, Criatividade e Comunicação

12/08 · 15:30 - 17:00
Beginning

Inovação não começa no Vale do Silício. As técnicas de fundição, a produção de farinha e de cachaça, o trabalho de ferreiros, sapateiros e construtores — muito do que ergueu o Brasil foi concebido, adaptado e executado por africanos e afrodescendentes que transformaram saberes ancestrais em soluções concretas para novos territórios. O Museu Afro Brasil Emanoel Araújo guarda evidências materiais dessas tecnologias: objetos, instrumentos e obras que revelam não apenas o que foi feito, mas como foi pensado e comunicado de geração em geração. Nesta sessão, os participantes ouvirão a reflexão do educador do MAB diretamente em meio a esses itens, numa experiência imersiva e curada especialmente para o SP2B, que convida a reconhecer na ancestralidade uma fonte legítima de inovação, criatividade e empreendedorismo.

Uma Hora no Museu: A Origem das Empreendedoras

13/08 · 11:30 - 13:00
Beginning

Muito antes de o empreendedorismo virar pauta de eventos e cursos, mulheres negras já empreendiam por necessidade, por resistência e por uma capacidade criativa que a história oficial demorou a reconhecer: das quituteiras e vendedoras de rua às escritoras, artistas e fundadoras de negócios. O Museu Afro Brasil, que leva em seu coração uma biblioteca com o nome de Carolina Maria de Jesus, é em si um arquivo vivo dessas trajetórias. Nesta sessão, as obras da exposição permanente são o ponto de partida para uma conversa sobre como a necessidade se transformou em estratégia, a estratégia em legado e o legado em inspiração para quem empreende hoje. Após um primeiro momento de reflexão com o educador do MAB, desenvolvido especialmente para o SP2B, os participantes serão guiados pelo espaço e convidados a reconhecer, nas obras, as evidências de que empreender nunca foi novidade para mulheres negras.

Uma Hora no Museu: A Origem das Empreendedoras

13/08 · 15:30 - 17:00
Beginning

Muito antes de o empreendedorismo virar pauta de eventos e cursos, mulheres negras já empreendiam por necessidade, por resistência e por uma capacidade criativa que a história oficial demorou a reconhecer: das quituteiras e vendedoras de rua às escritoras, artistas e fundadoras de negócios. O Museu Afro Brasil, que leva em seu coração uma biblioteca com o nome de Carolina Maria de Jesus, é em si um arquivo vivo dessas trajetórias. Nesta sessão, as obras da exposição permanente são o ponto de partida para uma conversa sobre como a necessidade se transformou em estratégia, a estratégia em legado e o legado em inspiração para quem empreende hoje. Após um primeiro momento de reflexão com o educador do MAB, desenvolvido especialmente para o SP2B, os participantes serão guiados pelo espaço e convidados a reconhecer, nas obras, as evidências de que empreender nunca foi novidade para mulheres negras.

Uma Hora no Museu: Viver de Arte

14/08 · 11:30 - 13:00
Beginning

Transformar criatividade em sustento é um dos desafios mais antigos e, ao mesmo tempo, mais contemporâneos do empreendedorismo. Artistas negros e afro-brasileiros sempre navegaram essa tensão, produzindo obras de valor inestimável em contextos de invisibilidade, exclusão de mercado e falta de acesso a recursos. Nesta sessão, o próprio acervo do Museu Afro Brasil Emanoel Araújo é o palco: diferentemente das outras sessões, os participantes ouvirão a reflexão de um educador designado pelo MAB diretamente em meio às obras da exposição permanente, numa experiência imersiva e curada especialmente para o SP2B. Afinal, a arte que nos cerca não é apenas objeto de contemplação, é evidência de trajetórias empreendedoras, de escolhas corajosas e de uma economia criativa que existia antes mesmo de ter esse nome.

Uma Hora no Museu: Viver de Arte

14/08 · 15:30 - 17:00
Beginning

Transformar criatividade em sustento é um dos desafios mais antigos e, ao mesmo tempo, mais contemporâneos do empreendedorismo. Artistas negros e afro-brasileiros sempre navegaram essa tensão, produzindo obras de valor inestimável em contextos de invisibilidade, exclusão de mercado e falta de acesso a recursos. Nesta sessão, o próprio acervo do Museu Afro Brasil Emanoel Araújo é o palco: diferentemente das outras sessões, os participantes ouvirão a reflexão de um educador designado pelo MAB diretamente em meio às obras da exposição permanente, numa experiência imersiva e curada especialmente para o SP2B. Afinal, a arte que nos cerca não é apenas objeto de contemplação, é evidência de trajetórias empreendedoras, de escolhas corajosas e de uma economia criativa que existia antes mesmo de ter esse nome.

Uma Hora no Museu: A Força das Comunidades

15/08 · 11:30 - 13:00
Beginning

Antes de existirem cooperativas e associações, existiam irmandades. No Brasil colonial, comunidades negras criaram organizações coletivas que funcionavam como redes de apoio mútuo, fundos de alforria e instrumentos de resistência econômica diante de mercados que não foram feitos para incluí-las. Quilombos, terreiros e irmandades não eram apenas formas de sobrevivência, eram modelos sofisticados de organização coletiva. Nesta sessão, o acervo do Museu Afro Brasil Emanoel Araújo é o ponto de partida para uma conversa sobre como a força das comunidades sempre foi, para populações negras, a resposta mais inteligente. Após um primeiro momento de reflexão com o educador do MAB, os participantes serão guiados pelo espaço e convidados a aprofundar o olhar nas obras e objetos que deram vida a essa conversa em uma experiência criada especialmente para o SP2B.

Uma Hora no Museu: A Força das Comunidades

15/08 · 15:30 - 17:00
Beginning

Antes de existirem cooperativas e associações, existiam irmandades. No Brasil colonial, comunidades negras criaram organizações coletivas que funcionavam como redes de apoio mútuo, fundos de alforria e instrumentos de resistência econômica diante de mercados que não foram feitos para incluí-las. Quilombos, terreiros e irmandades não eram apenas formas de sobrevivência, eram modelos sofisticados de organização coletiva. Nesta sessão, o acervo do Museu Afro Brasil Emanoel Araújo é o ponto de partida para uma conversa sobre como a força das comunidades sempre foi, para populações negras, a resposta mais inteligente. Após um primeiro momento de reflexão com o educador do MAB, os participantes serão guiados pelo espaço e convidados a aprofundar o olhar nas obras e objetos que deram vida a essa conversa em uma experiência criada especialmente para o SP2B.